A Europol e a Interpol concordaram em trabalhar em conjunto sobre questões relacionadas com o uso criminal de moedas digitais.

A parceria tornou-se oficial durante a Interpol - Conferência da Europol sobre Cibercrimas, uma reunião anual de funcionários internacionais responsáveis ​​pela aplicação da lei, realizada em Haia. O evento, disse a Europol, atraiu mais de 350 participantes.

De acordo com uma declaração da Europol, a parceria verá a coordenação "contra o abuso de moedas virtuais para transações criminais e lavagem de dinheiro".

O comunicado diz:

"[A parceria] incluirá ações em torno da política, estimulando a cooperação operacional e o desenvolvimento e entrega de treinamento para combater o uso criminal de moedas virtuais, possibilitando a detecção, apreensão e confisco de ativos criminais. "

Outras organizações foram convidadas a participar, de acordo com o comunicado.

A parceria anunciada surge após um relatório da Europol que afirmou que o bitcoin poderia se tornar uma moeda comum para criminosos na União Européia. No passado, a agência apontou para moedas digitais como motor do modelo de negócios "crime-como-serviço".

A Interpol trabalhou há muito tempo em iniciativas relacionadas à moeda digital, incluindo o desenvolvimento de sua própria cryptocurrency e o lançamento de uma série de jogos de guerra voltada para a aplicação da lei.

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